segunda-feira, 17 de julho de 2017

O eterno legado de Stephen Covey


Conheci Stephen Covey no ano de 2000, quando participávamos de um evento da FranklinCovey em Sundance (Utah EUA). Durante uma das visitas de Stephen aqui no Brasil, mencionei sobre uma pesquisa que estava fazendo sobre os termos Legado e Figura de Transição. Ele me encorajou a desenvolver o assunto em um livro.

Uma Figura de Transição é aquela que desenvolve um crescente poder interior e liberdade de escolha. Ela interrompe a transmissão de tendências insalubres, nocivas e prejudiciais de uma geração por outra (seus filhos e netos). Essa pessoa torna-se um exemplo positivo ao transmitir hábitos eficazes que fortalecem e auxiliam o desenvolvimento dos demais de forma positiva.

Acredito que todos nós podemos encontrar maneiras de nos tornarmos Figuras de Transição. Ser proativo; sempre agir de dentro para fora ou, em outras palavras, primeiro internalizar os princípios e depois tentar influenciar os outros; e viver de forma a transmitir um bom exemplo: essas são as características específicas que encontramos nas Figuras de Transição.

Em meu livro Deixe um Legado, compartilhei algumas histórias de pessoas de diferentes lugares do mundo que apresentaram esse processo de transição, incluindo a aquisição de novos hábitos. Além de compartilhar minhas próprias experiências pessoais que ilustram as características das Figuras de Transição e os motivos pelos quais devemos ser uma delas.

Quando estive de passagem nos Estados Unidos a caminho de uma missão voluntária na África, Stephen me disse duas palavras que ficaram em minha lembrança até hoje, “
keep writing”, em minha tradução livre para aquele momento, foi que eu continuasse meu legado.

A real grandeza e o sucesso de uma pessoa em seu papel como Figura de Transição é causar geração após geração, um profundo impacto positivo cujo alcance é impossível medir.


Neste último domingo, fez 5 anos que Stephen Covey nos deixou, mas, seus princípios, seus valores, seu legado perpetuam até hoje.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

FranklinCovey Brasil promove evento em parceria com Francisco Valim, Ex Ceo Nextel e Eduardo Baer, Co-Founder da DogHero

Em um passado não tão distante, a confiança era considerada uma habilidade “desejável, mas não mensurável” nas organizações. Hoje, porém, a confiança é um requisito da dura realidade dos negócios.
No último dia 5 de julho, a FranklinCovey reuniu grandes nomes do mercado no Auditório FIA – Edifício Birmann 21, para discutir sobre o impacto prático e sério do efeito econômico da confiança, nos relacionamentos e interações.

Tivemos a presença do Ceo da FranklinCovey Brasil, Paulo Kretly, falando sobre a criação de uma cultura de eficácia, seguida das palestras do Diretor de Conteúdo da FranklinCovey Brasil, Renato Romero, discutindo sobre confiança pessoal, interpessoal e organizacional e o coautor do livro as 4 Disciplinas da Execução, Bill Moraes, falando sobre execução da estratégia.
O evento contou com a presença de 65 executivos da Embraer, Hyundai, Faber-Castell entre outras grandes empresas.
Eduardo Baer - Co-Founder da DogHero e Francisco Valim - Ex Ceo Nextel, foram os palestrantes convidados e fecharam o evento falando sobre confiança de mercado e social e a criação de uma cultura de Alta Performance.
Você pode assistir o evento na íntegra através do link http://bit.ly/2suEIxz

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Resolvendo a crise de energia


Todos esses 5 impulsionadores da Energia, são bastante eficazes por si só. Se você investir tempo mesmo que só em um deles, obterá um benefício rápido e claro. No entanto, o maior benefício resulta de um padrão de vida regular que incorpore todos os 5 impulsionadores da Energia. Se você tiver um padrão saudável de se movimentar, comer, dormir, relaxar e se conectar, estará fortalecendo a si mesmo como ser humano em sua totalidade. Nesse cenário, os 5 impulsionadores da energia funcionam juntos para abastecer seu corpo e sua mente para que você possa tomar decisões melhores, focar sua atenção e energia e se sentir realizado ao fim do dia.

Quando você faz investimentos do Q2 em si mesmo, acaba com mais energia para se dedicar aos seus propósitos e metais mais importantes, sente-se melhor consigo mesmo e sua mente ganha clareza e fica mais receptiva às possibilidades. A “Escolha ‘: Alimente sua chama interior sem se consumir” constitui as bases da capacidade de implementar todas as outras escolhas e lhe dá a energia necessária para fazer todo o resto.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Fomos Feitos para nos Movimentar



As constatações das pesquisas podem ser resumidas na seguinte frase: “Passar o dia inteiro sentado é como ser um fumante”. Você pode ou não concordar com a comparação, mas precisa levar o conceito a sério. O cérebro tem uma relação de simbiose com o corpo para gerar energia mental e física. Seu cérebro e o restante do seu corpo trabalham juntos de maneiras complexas e surpreendentes para ajudá-lo a ir de um lugar ao outro. É um sistema integrado de movimento.

Quando seu corpo não está se movendo, seu cérebro entra em modo de espera, porque grande parte do que ele foi projetado para fazer não está acontecendo. Essa falta de movimento libera substâncias químicas que colocam seu corpo para dormir. O fluxo sanguíneo para o cérebro é reduzido, você fica menos alerta e seu raciocínio e sua capacidade de julgamento ficam debilitados.

De acordo com o dr. Ratey, da Harvard Medical School, “praticamente toda semana vemos um novo estudo demonstrando que, mesmo se você estiver em forma e se exercitar, ficar sentado mata as células do cérebro”. E ele prossegue:


Quando você está de pé, seu cérebro age com 7% mais eficácia do que quando você está sentado, porque os grandes músculos esqueléticos são ativados. Ficar de pé aciona o córtex frontal e você pode pensar com mais clareza... a maior dificuldade é estabelecer uma rotina e um ritual. Sabemos como isso é difícil, mas, quando você começar, a coisa normalmente entra em modo automático.

Fomos feitos para nos movimentar. Nossos ancestrais distantes andavam por toda parte e somos fisiologicamente programados para caminhar entre seis e sete quilômetros por dia. É um fato biológico: um corpo ativo é fundamental para manter a energia fluindo para o cérebro.
Dê uma olhada em algumas ideias a seguir e avalie o quanto você se movimenta ao longo do dia. Você já faz alguma dessas atividades, consciente ou inconscientemente? Se fizer, ótimo! De qualquer forma, escolha uma ou duas atividades e veja se consegue integrá-las à sua rotina diária.
·         Faça pausas para o cérebro periodicamente ao longo do dia. Levante-se da cadeira pelo menos a cada 90 minutos para andar um pouco, mesmo se for até o bebedouro.
·         Use as escadas, não o elevador.
·         Saia para um passeio na hora do almoço.
·         Estacione o carro um pouco mais longe do trabalho ou do supermercado.
·         Faça uma reunião caminhando.


Boa Reflexão!

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Você usa o seu cérebro com eficácia?

Como profissionais do conhecimento, pagos para pensar, criar e inovar, uma ferramenta importantíssima que temos para criar valor é o nosso cérebro. Então, vamos dar uma olhada em como o nosso cérebro funciona.
Não se preocupe, não vamos nos aprofundar em psicologia avançada ou neuroquímica. Vamos nos limitar a falar de duas partes básicas do nosso cérebro: o Cérebro Reativo e o Cérebro Pensante. O Cérebro Reativo constitui a parte inferior do cérebro. É a origem da nossa reação de lutar ou fugir e também é onde processamos os nossos sentimentos e emoções. É importante ressaltar que, como veremos, é também onde o nosso cérebro processa o prazer e a satisfação. A maioria desses processos ocorre automaticamente, antes de termos tempo para pensar no que está acontecendo. O Cérebro Reativo também é o lar dos hábitos adquiridos, porém arraigados, os padrões de pensamento e comportamento que armazenamos tão profundamente nessa parte do cérebro que eles se tornaram inconscientes e automáticos, como dirigir para o trabalho quando estamos ocupados pensando em outra coisa. Os cientistas dizem que o Cérebro Reativo se desenvolveu para garantir a nossa sobrevivência já nos tempos pré-históricos. Imagine um homem das cavernas caminhando pela floresta. A sobrevivência dele dependia de sua capacidade de reagir rapidamente, sem pensar, a uma ameaça imediata, como um tigre-dentes-de-sabre. Se não agisse rápido, viraria o almoço do tigre.
A parte superior do nosso cérebro, o Cérebro Pensante, por sua vez, é onde tomamos decisões conscientes e intencionais. É muitas vezes chamado de função executiva, porque é onde podemos dirigir e sobrepor conscientemente outros impulsos provenientes do Cérebro Reativo. É onde agimos em vez de reagir. É onde escolhemos prestar atenção a algo de maneira deliberada e ponderada.
Como as reações do Cérebro Reativo estão profundamente enraizadas, elas requerem muito pouca energia. Ocorrem rapidamente e, a menos que façamos a opção consciente por uma linha de ação diferente, o Cérebro Reativo domina, desviando a nossa atenção de pensamentos superiores a estímulos mais imediatos. Grande parte dos anúncios publicitários que vemos foi criada para ser atrativa para o Cérebro Reativo – movimentos alarmantes, sons surpreendentes, imagens sexuais e assim por diante. Nas palavras de um pesquisador,
“As implicações para os profissionais de marketing são claras: para mobilizar as pessoas com rapidez e o mínimo de resistência, temos de focar grande parte de nosso empenho no processamento físico e emocional de nível inferior, que são as rodovias de alta velocidade que levam ao inconsciente dos consumidores”. Desse ponto de vista, não passamos de carteiras com neurônios acoplados, sendo que o objetivo é mobilizar um número suficiente de nossos neurônios reativos para obter acesso à nossa carteira!

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Quatro Etapas para a Sinergia

Vimos que, por vezes, uma crise força a sinergia. Mas não é preciso haver uma crise para chegarmos à sinergia. Se eu começar com a mentalidade correta, posso alcançar a sinergia deliberadamente, por meio das quatro etapas seguintes:
  1. Eu lhe pergunto: “Você está disposto a buscar uma solução que seja melhor do que aquilo que qualquer um de nós já tenha proposto? ”
Essa única e revolucionária pergunta pode eliminar as atitudes defensivas, porque não estou pedindo que você abandone a sua ideia. Nada disso. Estou simplesmente querendo saber se podemos procurar por uma Terceira Alternativa que seja melhor do que a minha ideia e do que a sua ideia. Tudo começa como uma experiência de raciocínio, nada mais.
  1. Então, lhe pergunto algo do tipo: “O que quer dizer melhor? ” A ideia é fazer surgir uma visão clara do trabalho a ser realizado, uma lista de critérios para um resultado bem-sucedido, que agrade a ambos os critérios que vão além das nossas demandas mais arraigadas.
  2. Uma vez definidos esses critérios, começamos a pensar em possíveis soluções que possam atendê-los. Concebemos protótipos, temos ideias criativas sobre novas estruturas, refletimos sobre quaisquer possibilidades. Suspendemos temporariamente o julgamento. Mais adiante, descreverei várias maneiras de fazer isso, mas toda sinergia depende de permitir que testemos as possibilidades mais radicais.
  3. Sabemos o momento em que chegamos à sinergia pela empolgação que toma conta da sala. A hesitação e os conflitos desaparecem. Continuamos a trabalhar na sinergia até experimentarmos aquela explosão de dinamismo criativo que representa uma Terceira Alternativa de sucesso, e a reconhecemos ao constatá-la.
Existem muitos especialistas em “resolução de conflitos”. Mas para a maioria deles a resolução de conflitos significa, normalmente, negociar uma acomodação em um nível mais baixo, que acaba com a discussão, sem necessariamente alcançar novos e surpreendentes resultados. A Terceira Alternativa é mais do que um armistício, e muito mais do que se chegar a um acordo é a criação de uma nova realidade, melhor do que o que está “de um lado” ou “de outro lado”. Não é nem a primeira posição nem a segunda posição. É uma terceira posição.


quinta-feira, 27 de abril de 2017

Os 5 impulsionadores da energia física e mental

Quando o nosso corpo e cérebro vão ficando sem combustível, afeta nosso desejo e nosso propósito. Quando sentimos que não temos condições de atingir nossas metas, acabamos reduzindo as expectativas e, em casos extremos, cedemos à depressão e ao desespero.
Para manter sua capacidade de realizar seus propósitos mais elevados e tomar decisões do dia a dia a fim de chegar lá, você precisa de energia física sustentável resultante de um corpo bem-cuidado e em bom estado de funcionamento, para assim abastecer o cérebro com muito oxigênio e um fluxo constante de glicose.
As providências a serem tomadas para ter um cérebro saudável não são nenhum bicho de sete cabeças.
Os 5 Impulsionadores da Energia estão ilustrados no diagrama abaixo:

  1. Movimentar-se. Não estamos falando apenas de exercícios físicos. Seu corpo foi feito para se movimentar e muita coisa boa acontece com o seu cérebro quando você se movimenta bastante, e o contrário acontece quando você não se movimenta.

  1. Comer. Da mesma forma como você não coloca sujeira no tanque de gasolina de seu carro, também não deve colocar comida de má qualidade em seu corpo. O que você come atua como combustível de seu cérebro. Você pode seguir algumas diretrizes alimentares simples que o ajudarão a abastecer o seu cérebro para atingir o desempenho ideal.

  1. Dormir. É dormindo que você consolida a aprendizagem, melhora a memória e subconscientemente organiza decisões e dados complexos. Uma boa noite de sono não só é agradável, como é vital para atingir a produtividade extraordinária.

  1. Relaxar. O ambiente “estressado” dos dias de hoje pode exaurir o nosso cérebro. Aprender a desligar as reações ao estresse em nosso cérebro e agir com base em um estado de espírito mais centrado descontraído pode afetar enormemente o nosso desempenho.

  1. Conectar-se. O cérebro precisa de conexões sociais positivas para sobreviver e essas conexões constituem uma enorme fonte de energia. Passar um tempo desenvolvendo e mantendo relacionamentos significativos é uma atividade que nutre o nosso cérebro.

Boa Reflexão!